The Blood of Dawnwalker: review do RPG da Rebel Wolves | Análise
The Blood of Dawnwalker, da Rebel Wolves, combina a narrativa de The Witcher 3 com a liberdade de Zelda: Breath of the Wild. Após mais de 40 horas, o veredito é positivo, mas com ressalvas.
Veredito baseado em teste completo, sem código de fornecedor pesar na nota.
The Blood of Dawnwalker, da Rebel Wolves, entrega uma experiência que mistura a narrativa de The Witcher 3 com a liberdade de Zelda: Breath of the Wild. Após mais de 40 horas de gameplay, o veredito é positivo, mas com ressalvas sobre originalidade e desempenho.
O jogo coloca você no controle de Coen, um vrakhir, que tem 30 dias para salvar sua família antes que Brencis, o vilão principal, seja coroado. A trama é contada em Vale Sangora, com quests secundárias bem escritas que complementam a missão principal. A liberdade é o ponto forte: você pode explorar o mapa e encontrar generais de Brencis, como Xanthe, Ambrus e Bakir, em encontros opcionais.
O combate, inicialmente difícil, melhora com a árvore de habilidades, dividida em bruxo, espadachim e vampiro. Apesar de ser uma versão melhorada do sistema de The Witcher 3, ainda é um ponto negativo. A originalidade também preocupa: menus, HUD e missões lembram muito o trabalho da CD Projekt Red, o que pode incomodar. No PS5 base, crashes frequentes atrapalham, e o modo 30 FPS só foi corrigido no patch day one.
Custo-benefício: se você gosta de RPGs de mundo aberto, vale a pena, mas espere semelhanças com The Witcher 3. Uma alternativa mais barata é The Witcher 3: Wild Hunt, que oferece combate e narrativa similares por um preço menor.
