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CEO da Sony explica fim do marketing agressivo do PS5

ResumoHiroki Totoki, CEO da Sony, confirmou o encerramento do marketing agressivo do PlayStation 5, posicionando o console em fase final do ciclo de vida. A decisão reflete a estratégia de transição para o próximo hardware, reduzindo investimentos promocionais. Consumidores interessados no PS5 encontrarão ofertas menos frequentes, com foco da empresa em manter vendas estáveis até o lançamento da nova geração.

O CEO da Sony, Hiroki Totoki, confirmou que a empresa não fará mais marketing agressivo do PlayStation 5, agora em fase final do ciclo. Entenda o que isso significa para quem quer comprar o console.

Larissa Quirino
Larissa Quirino Curadora de jogos indie e narrativos · 31 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
CEO da Sony explica fim do marketing agressivo do PS5
CEO da Sony explica fim do marketing agressivo do PS5. Captura: Nurigo Games
8.5/10
Veredito

Veredito baseado em teste completo, sem código de fornecedor pesar na nota.

O CEO da Sony, Hiroki Totoki, confirmou que a empresa não está mais fazendo marketing agressivo do PlayStation 5. A justificativa: o console já está nas fases finais do ciclo de vida, e a divulgação pesada deixou de ser necessária. A declaração marca uma mudança de postura para quem acompanha a trajetória do PS5 desde o lançamento, em novembro de 2020.

Quase seis anos depois, o cenário é outro. O PS5 voltou a aparecer como praticamente esgotado em várias grandes lojas, após a exibição do vídeo da Rockstar sobre GTA 6, lançado na Netflix na última quinta-feira (27). A procura repentina contrasta com o desempenho recente: maio registrou as menores vendas da história do PS5, depois que a Sony anunciou aumentos de preço em todas as versões do hardware em abril de 2026.

Para o consumidor, a leitura é dupla. Por um lado, a escassez reacende a corrida por unidades, algo que lembra os dias em que revendedores clandestinos tornavam as compras quase impossíveis. Por outro, a Sony aposta que jogos muito aguardados, como GTA 6, fazem o trabalho de marketing pela empresa. A companhia confirmou que não está se preocupando em divulgar o PlayStation 5 atualmente.

A estratégia levanta uma questão prática: se o console está esgotado e a empresa não vai promovê-lo, quem chega agora depende da reposição de estoque e de canais oficiais. A decisão de Totoki, na prática, transfere a pressão para a demanda natural e para os lançamentos de peso.

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O movimento da Sony não é isolado. Em ciclos maduros, reduzir marketing é comum, mas a combinação com alta de preço e escassez cria um cenário específico para o consumidor brasileiro, que já enfrenta valores elevados no varejo local.

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